Quase 4 milhões de acordos judiciais foram realizados em 2019, segundo aponta o relatório do Conselho Nacional de Justiça – Justiça em números – 2020 (https://www.conjur.com.br/2020-ago-27/judiciario-homologou-39-milhoes-acordos-conciliacao-2019).

E quantos outros milhões foram realizados antes de entrar com ação judicial?

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O Relatório do Conselho Nacional de Justiça demonstra que quase 20% dos processos foram finalizados por acordo, já na etapa inicial. Quando o processo se estendeu até a fase de sentença, o número de acordos diminuiu para 6,1%.

Isso é uma demonstração clara e lógica que, quanto mais tempo as partes discutem e brigam na justiça, mais difícil é a conciliação.

E o motivo para isso também é bastante lógico: se um cidadão teve que gastar com as custas de honorários advocatícios e custas do processo, a margem de negociação acaba ficando prejudicada, o que muitas vezes impede uma proposta de acordo.

Quanto mais tempo o processo tramita, eventualmente com mais custos (como perícia, por exemplo), as partes vão perdendo o interesse em conciliar, já que “esperou tanto tempo e já gastou tanto, que agora vai até o final”.

Essa é uma das razões pelas quais o acordo, a tentativa amigável e a negociação extrajudicial (portanto, sem processo judicial) é o melhor caminho.

Primeiro, porque as partes não terão pago custas processuais. Segundo, não terão contratado profissional jurídico; e, terceiro, não haverá aquele sentimento de conflito e briga, pois tudo foi resolvido na conversa.

Precisa de ajuda? Nós negociamos!

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